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PIX MED 2.0 e Resolução BCB 493: Guia de Implementação e Eficiência Operacional

PIX MED 2.0 e Resolução BCB 493: Guia de Implementação e Eficiência para Fintechs

O PIX MED 2.0 é a evolução regulatória do Banco Central, estabelecida pela Resolução BCB nº 493, desenhada para substituir processos manuais e restritos por uma infraestrutura de rastreamento automatizado e bloqueio multicamadas. Esta atualização visa elevar a taxa de recuperação de ativos de menos de 7% para até 80%, combatendo diretamente a pulverização de recursos em "contas-passagem".
Homem sorridente em um escritório moderno, representando um Gestor de Riscos, sentado de forma relaxada com as mãos atrás da cabeça. Ele segura um calendário de mesa do ano de 2026, simbolizando o cumprimento antecipado do Calendário CVM 2026 e o controle sobre a Resolução CVM 47. A imagem possui um filtro azul degradê na base, alinhado à identidade visual da VAAS.

Calendário CVM 2026: Guia Completo para o Cumprimento de Prazos e Obrigações

Neste guia, detalhamos as camadas táticas e operacionais que sua equipe deve dominar para garantir que a conformidade regulatória não seja um entrave, mas uma infraestrutura de crescimento seguro.
A Resolução BCB nº 519/2025 representa o fim da informalidade para o mercado de criptoativos no Brasil, integrando as agora denominadas Sociedades Prestadoras de Serviços de Ativos Virtuais (SPSAVs) ao Sistema Financeiro Nacional. Este marco regulatório impõe um "padrão de nível bancário" em governança e segurança, exigindo que as instituições abandonem processos manuais em favor de infraestruturas de decisão auditáveis e automatizadas. Para o Head de Compliance e o CFO, a norma não é apenas um conjunto de regras, mas um "pedágio de integridade" que exige a comprovação da origem lícita de recursos e uma estrutura de Prevenção à Lavagem de Dinheiro (PLD/FT) robusta, sob o risco de perda da licença operacional em 2026.

Resolução BCB nº 519/2025: O Guia Técnico de Compliance para Ativos Virtuais

A Resolução BCB nº 519/2025 representa o fim da informalidade para o mercado de criptoativos no Brasil, integrando as agora denominadas Sociedades Prestadoras de Serviços de Ativos Virtuais (SPSAVs) ao Sistema Financeiro Nacional. Este marco regulatório impõe um "padrão de nível bancário" em governança e segurança, exigindo que as instituições abandonem processos manuais em favor de infraestruturas de decisão auditáveis e automatizadas. Para o Head de Compliance e o CFO, a norma não é apenas um conjunto de regras, mas um "pedágio de integridade" que exige a comprovação da origem lícita de recursos e uma estrutura de Prevenção à Lavagem de Dinheiro (PLD/FT) robusta, sob o risco de perda da licença operacional em 2026.

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Compliance em 2025: o passo decisivo para escalar globalmente sem ser barrado

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