Login
VAAS · AML & Cripto

Da wallet à liquidação, a exposição aparece.

Monitoramento transacional para PLD-FT, listas restritivas, mídia adversa e KYT em wallets. Cobertura de 25+ blockchains, OFAC, mixers e exposição a sanções, com workflow auditável.

Entenda o problema
O problema

O risco de cripto não para no onboarding.

Três frentes em que o AML tradicional não alcança a movimentação on-chain.

On-chain

A wallet limpa hoje fica suja em dois hops.

Screening só no cadastro não vê a exposição que chega depois. Fundo que passa por mixer ou tangencia endereço sancionado contamina a wallet a poucos saltos, e sem KYT contínuo a contaminação só aparece na fiscalização.

25+
blockchains que precisam ser cobertas para o rastreio de origem fazer sentido
Falso positivo

Lista sem contexto afoga a fila de alertas.

Casar nome com lista restritiva sem desambiguação gera alerta demais e confiança de menos. A mesa de PLD passa o dia descartando ruído e perde o alerta tipificado que realmente fundamenta um SAR.

SAR
a fila precisa chegar tipificada e priorizada, não como pilha de match cru
Travel Rule

VASP sem dado de contraparte trava a liquidação.

A Travel Rule exige originador e beneficiário na transferência entre VASPs. Sem coletar e validar esse dado no fluxo, a operação fica pendente ou liquida fora da regra, abrindo exposição regulatória.

FATF
a Travel Rule é dever, e o dado de contraparte tem que entrar no momento da transferência
O que cruzamos

Tudo numa única chamada.

Fontes públicas e privadas consultadas em paralelo, normalizadas e ponderadas pela matriz do caso de uso.

Monitoramento transacionalKYT em wallets25+ blockchainsOFAC e mixersPEP e mídia adversaTravel Rule
Regulações atendidas
COAF · ComunicaçãoCirc. BCB 3.978Lei 9.613OFAC SDNFATF
Anatomia de uma decisão

Uma wallet. Dois hops até a sanção.

O motor rastreia a origem do fundo on-chain, identifica mixer e exposição a OFAC, cruza o cliente com listas e mídia, verifica a Travel Rule e abre o SAR com workflow auditável.

DECISÃO · AML-2026·Q2 · 09/jun 14:22
Wallet 0x71a…d4 · transferência VASP · risco alto
block · SAR aberto
Rastreio on-chain
Cobertura25+ blockchains
Exposição OFAC · 2 hops0,34 BTC
Mixer (Tornado Cash)Detectado
KYT · score de walletAlto
Sinais cruzados
!Exposição a endereço sancionado
!Passagem por mixer
PEP / sanções (cliente)
Mídia adversa (cliente)
!Travel Rule · originador
!Tipologia de movimentação
!Histórico de alertas
!Geografia de risco
Score · risco AML
Exposição a sançãoDireta · 2 hops
Risco de origem (KYT)Alto
Travel RuleIncompleta
Score global0,87/1,00 · vermelho
Resumo gerado por IA

Recomendação: Bloquear e reportar. Wallet com exposição a endereço OFAC a 2 hops (0,34 BTC) e passagem confirmada por mixer. Cliente limpo em PEP e mídia, mas Travel Rule incompleta no lado VASP. Operação interrompida; SAR pré-preenchido e aberto para o COAF com a trilha on-chain anexada.

1
KYT contínuo em 25+ blockchains

O risco da wallet é reavaliado por evento, não só no cadastro. Exposição a mixer e a endereço sancionado é rastreada na origem do fundo, a poucos saltos.

2
Alerta tipificado, fila priorizada

O screening de listas vem com desambiguação e tipificação. A mesa de PLD recebe o que fundamenta um SAR no topo, não uma pilha de match cru para descartar.

3
Travel Rule e SAR no mesmo fluxo

O dado de contraparte é coletado e validado na transferência. Quando bate, a operação para e o SAR já sai pré-preenchido para o COAF, com a trilha auditável.

Regulatório

O AML de cripto que a norma já exige.

Monitoramento transacional, sanções e Travel Rule são deveres contínuos para quem opera ativos virtuais. Cinco instrumentos sustentam o controle.

Res. 36
COAF · Resolução

Comunicação de operações suspeitas

Operações atípicas com ativos virtuais devem ser comunicadas. O alerta tipificado e a trilha on-chain fundamentam o SAR.

3.978
BCB · Circular

PLD-FT e monitoramento

Exige monitoramento contínuo de operações e identificação de suspeição. O KYT compõe o monitoramento da movimentação em cripto.

OFAC
Lista · SDN

Sanções internacionais

Exposição a endereços e entidades sancionadas exige bloqueio e reporte. O rastreio on-chain mede a exposição direta e por hops.

FATF
Travel Rule

Dado de contraparte entre VASPs

A transferência entre prestadores de serviço de ativos virtuais exige originador e beneficiário. O dado é coletado e validado no fluxo.

Implantação

Da kickoff ao go-live em 4 semanas.

A arquitetura é multi-tenant. O que muda são as chains e listas conectadas, os limiares de KYT e a política de SAR de cada cliente.

01
Semana 1

Descoberta & escopo

Mapeamento das chains relevantes, listas restritivas, tipologias de movimentação e fluxo de Travel Rule.

02
Semana 2

Calibragem

Ajuste dos limiares de KYT, regras de tipificação de alerta e matriz de sanções. Validação da taxa de falso positivo.

03
Semana 3

Piloto dirigido

Monitoramento de uma fatia da base em paralelo. Primeiros alertas tipificados para validação da mesa de PLD.

04
Semana 4

Go-live

KYT em produção. Fila de SARs com workflow auditável ativa. Travel Rule no fluxo. Time treinado.

Pronto?

Decida em segundos.
Comece com uma reunião.

Em 15 minutos mostramos como a VAAS funciona no seu cenário, com suas regras, seus dados, seu volume.

Conhecer a plataforma