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VAAS · Sinistro & Cadastro

A mesa olha exceção, não pilha de PDF.

Indício de fraude no sinistro com dossiê pronto, DMHO adulterado detectado em segundos e cadastro de seller PJ com UBO e listas restritivas. A análise vai direto ao caso crítico.

Entenda o problema
O problema

O sinistro fraudado se esconde no volume.

Três dores que travam a regulação de sinistro e o cadastro de PJ.

Volume

Ler documento a documento não escala.

A mesa recebe pilha de PDF: laudo, nota, DMHO, comprovante. Ler cada um à mão para achar a adulteração é lento e cansa, e o sinistro fraudado passa misturado ao legítimo que precisa ser pago rápido.

Segundos
é o tempo que a leitura por IA leva onde a revisão manual gasta horas por caso
Adulteração

Data e valor mexidos passam no olho humano.

Documento médico hospitalar editado, nota reapresentada, valor alterado: a fraude é sutil e repetida. Sem detecção de adulteração com trilha, o ajuste fino no PDF vira indenização paga e prejuízo recorrente.

o mesmo documento reapresentado é um padrão que só aparece com histórico cruzado
Cadastro PJ

Seller PJ entra sem UBO nem lista cruzada.

Cadastrar pessoa jurídica olhando só o CNPJ ignora sócios, beneficiário final e exposição em listas restritivas. O marketplace ou a seguradora aceita uma estrutura que carrega risco que ninguém mapeou.

UBO
sócios, beneficiário final e listas precisam fechar antes do cadastro virar relação
O que cruzamos

Tudo numa única chamada.

Fontes públicas e privadas consultadas em paralelo, normalizadas e ponderadas pela matriz do caso de uso.

OCR de documento médicoDetecção de adulteraçãoReapresentaçãoCadastro PJ e UBOListas PEP e sançõesMídia adversa
Regulações atendidas
Circ. SUSEP 612CP art. 171COAF · ComunicaçãoLGPD
Anatomia de um parecer

Um DMHO. Indício em segundos.

O motor lê o documento médico hospitalar, detecta adulteração de data e valor, cruza com reapresentação e reincidência do prestador e devolve o caso à mesa com parecer e trilha auditável.

PARECER · SIN-2026-04812 · 09/jun 14:22
Sinistro · DMHO · prestador reincidente
indício · mesa
Documento
TipoDMHO_2026.PDF
Consistência OCR96,4% indício
Adulteração detectadaData + valor
Trilha auditávelCompleta
Sinais cruzados
!Adulteração de data
!Adulteração de valor
!Documento reapresentado · 3×
!Prestador reincidente
!Valor acima da média
Beneficiário · listas
Cadastro do segurado
!Metadados do arquivo
Score · risco de sinistro
Indício de adulteraçãoAlto · 96,4%
Reincidência do prestadorConfirmada
Desvio de valorAcima da média
Score global79/100 · amarelo
Resumo gerado por IA

Recomendação: Enviar à mesa com hipótese de fraude. DMHO com indício de adulteração de data e valor (consistência 96,4%), documento reapresentado 3 vezes e prestador reincidente. Valor acima da média da categoria. Evidência consolidada e trilha auditável anexadas ao parecer.

1
DMHO adulterado detectado por IA

Documento médico hospitalar com data ou valor mexidos é sinalizado em segundos, com a região do documento que motivou o indício destacada para a mesa conferir.

2
Cadastro PJ resolve sócios e UBO

O cadastro de seller PJ não para no CNPJ. Sócios, beneficiário final e listas PEP, sanções e mídia adversa entram na mesma decisão.

3
Mesa recebe parecer, não PDF cru

O caso crítico chega com hipótese de fraude e evidência consolidada. A mesa olha a exceção com contexto, e o sinistro legítimo segue para pagamento rápido.

Regulatório

O sinistro e o cadastro que a norma cobra.

Prevenção a fraudes em seguros e diligência de cadastro são exigências do regulador setorial e do PLD. Quatro instrumentos sustentam o controle.

612
Circ. SUSEP · 2020

PLD-FT no setor de seguros

Seguradoras seguem abordagem baseada em risco com monitoramento e identificação de operações suspeitas. A análise de sinistro alimenta a detecção.

171
Código Penal · §2º, V

Fraude no recebimento de seguro

A fraude para recebimento de indenização de seguro é crime (estelionato, art. 171, §2º, V do Código Penal). A detecção de adulteração com trilha auditável sustenta a evidência para apuração e recusa.

COAF
Comunicação · UIF

Comunicação de operações suspeitas

Indícios relevantes de fraude em sinistro ou cadastro podem compor a comunicação ao COAF, com base no art. 11 da Lei 9.613/1998. A trilha auditável dá lastro à decisão de reportar.

LGPD
Lei 13.709

Tratamento de dado de saúde

Dado de saúde no DMHO é sensível. O tratamento tem base de prevenção a fraudes, finalidade definida e retenção segundo política.

Implantação

Da kickoff ao go-live em 4 semanas.

A arquitetura é multi-tenant. O que muda são os tipos de documento, os limiares de adulteração e a política de mesa de cada cliente.

01
Semana 1

Descoberta & escopo

Mapeamento dos tipos de documento (DMHO, nota, laudo), do fluxo de cadastro PJ e dos casos que vão à mesa.

02
Semana 2

Calibragem

Ajuste dos limiares de adulteração, regras de reincidência e matriz de cadastro PJ. Validação em casos históricos.

03
Semana 3

Piloto dirigido

Análise de uma fatia dos sinistros e cadastros em paralelo. Primeiros pareceres para validação da mesa.

04
Semana 4

Go-live

Análise de documento em produção. Cadastro PJ com UBO ativo. Mesa recebendo parecer pronto com trilha auditável.

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